• Biblioteca Municipal de Alcobaça - 1

    Biblioteca Municipal de Alcobaça

  • Biblioteca Municipal de Alcobaça - 2

    Biblioteca Municipal de Alcobaça

  • Biblioteca Municipal de Alcobaça - 3

    Biblioteca Municipal de Alcobaça

  • Biblioteca da Escola basica2 Frei Antonio Brandao - 1

    Biblioteca da Escola Básica 2 Frei António Brandão da Benedita

  • Biblioteca da Escola basica2 Frei Antonio Brandao - 2

    Biblioteca da Escola Básica 2 Frei António Brandão da Benedita

  • Externato Cooperativo da Benedita

    Biblioteca do Instituto N. Sr.ª da Encarnação - Externato Cooperativo da Benedita

  • Escola Básica 1 Alcobaca -1

    Biblioteca da Escola Básica 1/JI de Alcobaça

  • Escola Basica 1 - alcobaca - 2

    Biblioteca da Escola Básica 1/JI de Alcobaça

  • Escola Basica Frei Estevao Martins

    Biblioteca da Escola Básica 2/3 Frei Estêvão Martins

  • Centro de estudos de Universidade de Coimbra

    Biblioteca do Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra

  • Epadrec

    Biblioteca da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Císter

  • Biblioteca da escola basica de Alfeizerao

    Biblioteca da Escola Básica 1 de Alfeizerão

  • Biblioteca da escola basica e secundaria de SMP

    Biblioteca da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

  • Biblioteca da Escola Básica 1 de Pataias

Biblioteca da Escola Secundária D. Inês de Castro

O patrono da Escola é D. Inês de Castro, a Linda Inês que um dia chegou a Portugal, como aia de D. Constança, a esposa escolhida para o Infante D. Pedro. O Infante olhou Inês e, de um fugaz olhar, resultou um amor eterno. Este amor suplantou as convenções sociais, as razões de Estado e, até, a própria morte.
Fosse por que razão fosse – as razões ainda hoje os historiadores as discutem – o certo é que o rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro, decidiu mandar matar D. Inês.
Nesta história, que se tornou lendária e tão celebrada por artistas portugueses e estrangeiros, estão presentes a razão de Estado – que conduziu à morte – e a razão do amor – que conduziu à perenidade. Mas a lição que se pode tirar deste exemplo é a lição do triunfo da juventude e da razão do amor...
Sirva, então, para nós, nesta escola, que se chama D. Inês de Castro, o seu exemplo: que o ato educativo, que aqui se regulamenta, seja sempre entendido como um ato de amor – mesmo sabendo que não nos podemos furtar à razão de estado que as leis fixam.

Desde sempre que os projetos propostos e implementados pela biblioteca em muito enriqueceram a escola, traduzindo-se este enriquecimento numa série alargada de parcerias, conseguindo estabelecer-se uma "Rede" que, muito para além do conforto, se revelou um catalisador de desafios.

A  qualidade e o impacto, na escola e nos alunos, do trabalho desenvolvido pela biblioteca, promovendo a leitura e valorizando o fundo documental, tornou-a o centro tópico e simbólico da escola, cumprindo-se, assim, o objetivo que lhe foi consignado.

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Ficha Técnica